quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Mulher cai no Golpe das Panelas em Borrazópolis

Foto: Catve

Foto: Berimbau - Imagem dos valores cobrados da vítima
em Borrazópolis
Uma mulher perdeu cerca de R$3.450,00 após descobrir que cair no famoso “golpe da panela” na tarde desta quarta-feira (28), em Borrazópolis.
A vítima é a conhecida Izabel da Casa das Noivas, ela informou para o repórter Berimbau da Rádio Nova Era, que estava assistindo a um programa no canal RPC/TV Rede Globo, quando viu uma reportagem que chamou sua atenção. 

Na reportagem falava de um casal de estelionato que foram presos em Cascavel após aplicar o “golpe da panela” em moradores naquela cidade, e foram as mesmas pessoas que ela (Izabel) havia sofrido em Borrazópolis. "Chegaram aqui duas pessoas, um homem e uma mulher, bem vestidos, dizendo que eram evangélicos e ficaram duas horas insistindo para que eu comprasse um jogo de panelas por pouco mais de mil reais. Acabei aceitando e entreguei o cartão para que eles fizessem a cobrança, mais em dez pagamentos; quando saiu os comprovantes, vi que tinham cobrando R$3.450,00 a vista e em três operações realizadas", disse a vítima ao repórter. 
Ela disse também que ameaçou chamar a Polícia, foi quando que eles entregaram um outro jogo de panelas e saíram rapidamente sem nunca mais dar notícias. 

O GOLPE
Rápida pesquisa no Google revela que os estelionatários já passaram por várias cidades do Paraná, e segundo informações, “eles” geralmente se hospedam em hotéis da cidade e ficam por poucos dias. Nos vários relatos encontrados na internet afirmam também que comum estarem em carros de luxo.
Os golpistas são muito bem apessoados e, segundo as vítimas, passam credibilidade ao oferecer o seu produto, as panelas. Acontece que o problema não é exatamente as panelas que eles vendem com uma excelente estratégia de marketing: eles fazem o teste do risco para mostrar que as panelas não riscam e são duráveis e até jogam as tampas de vidro das panelas no chão para provar que as tampas não quebram. 
O golpe que os tais cidadãos praticam na realidade está nas máquinas de cartão de crédito que eles usam para fechar a negociação das panelas com os seus clientes. Ao passar o cartão de crédito, eles acabavam fazendo o valor duplicado, ou se não maior, em um descuido da vítima. 

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