sábado, 12 de agosto de 2017

Ex morador de Borrazópolis é assassinado em Macapá na capital de Amapá


Ex-morador de Borrazópolis, que trabalhava como gerente em banco em Macapá, na capital do estado de Amapá, é brutalmente assassinado.

Segundo informações publicadas pela Rede Amazônica que é filiada da Rede Globo, o Rafael Cruz Garcia, de 32 anos, foi encontrado morto com sinais de asfixia na manhã de sexta-feira (11) no apartamento onde morava sozinho, no Centro de Macapá.  Agentes e militares chegaram até o apartamento após uma pessoa acionar o 190 depois de encontrar um carro abandonado na Rodovia AP-070, zona Rural de Macapá. Ao levantarem as informações sobre o veículo, foi detectado que o proprietário era o funcionário do banco. Já no apartamento, a polícia se deparou com Rafael sem roupas em cima da cama e apresentando sinais de violência.

O delegado da cidade informou que busca identificar dois homens que entraram na noite de quinta-feira (10) no apartamento junto com o suspeito. A partir de imagens de câmeras de segurança do entorno foi detectado que eles usavam bonés e entraram no local. O Sindicato dos Bancários no Amapá emitiu nota de pesar no início da tarde lamentando o falecimento de Rafael Cruz Garcia.

VELÓRIO - O velório ocorre na Igreja Católica do bairro Nossa Senhora Aparecida. O enterro será no fim da tarde deste sábado (12) no Cemitério Municipal de Macapá.
  
Suspeitos de praticar o crime
NATURAL DE BORRAZÓPOLIS – Rafael Cruz Garcia é nascido em Borrazópolis, e era filho da Vera Cruz Faleiros, filha do conhecido "Milton Cruz" e da dona Dinora, do Bairro Rural do Salto Fogueira. Inclusive a Vera é gerente do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, do Mato Grosso e estava visitando a família em Borrazópolis quando recebeu a notícia.

SUSPEITOS - Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram dois homens suspeitos, o registro foi feito pelo circuito de câmeras de uma loja que fica ao lado do apartamento, às 21h49. A dupla aparece deixando o prédio andando, possivelmente depois de terem cometido o crime. A polícia, que ainda não tem as identidades dos suspeitos. 

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