terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Corte de árvores na Escola Castelo Branco gera polêmica


A Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco aproveitou a época de férias para fazer o corte de algumas árvores do pátio da instituição. Mas ação causou polêmica por populares e alunos, pelo fato de conter exemplares históricas terem sido extinguidas.

A Rádio Nova Era através do repórter Ronaldo Senes manteve contato com a diretora, Lisandra Câmara, que esclareceu que a retirada das árvores, só aconteceu devido a um problema que gerava risco para os alunos, e depois de reuniões com toda comunidade escolar e análise do IAP - Instituto Ambiental do Paraná e Secretaria do Meio Ambiente, de Borrazópolis. Para não restar dúvidas, a direção divulgou uma nota esclarecendo os detalhes. Veja a nota na íntegra: "Queremos esclarecer que durante o ano letivo de 2017, foi constatada, inúmeras vezes, a queda de galhos de grande porte na área de pátio aberto da Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco - Ensino Fundamental, onde se encontravam plantadas duas árvores da espécie Sibipiruna. Foi pedido então a visita da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e do IAP - Instituto Ambiental do Paraná, para uma vistoria e análise. Durante a visita, foi verificado, conforme o laudo, que: "As duas Sibipirunas estavam em situação de risco, condenadas, com altura em excesso e com presença de galhos secos em sua copa, e que esses galhos caem na passarela onde os alunos geralmente ficam na hora do recreio. Para evitar incidentes futuro se optou pela remoção das sibipirunas. A escola irá refazer um novo plantio com outra espécie adequada ao local". Foi realizada então uma reunião com a comunidade escolar, direção, professores, equipe pedagógica, agentes educacionais I e II, Conselho Escolar, Associação dos Pais e Mestres e Grêmio Estudantil, explicando os riscos e as necessidades da poda e substituição das árvores, colocando como discussão maior, o risco de acidentes envolvendo alunos. Todos os envolvidos concordaram com a substituição das árvores, sendo assim, foi dada a autorização, pois vem de encontro com o desejo de todos, conforme ata apresentada pela escola no dia 15 de agosto, de 2017, onde ninguém manifestou contrário a ação", diz nota.  Fotos: Ronaldo Senes.

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