quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Após Leilão Judicial a "Fazenda Ilha" é vendida por R$15 milhões de reais em Borrazópolis


A histórica e famosa "Fazenda Ilha, do João Alemão" que fica na estrada do Bairro Laranja Doce, em Borrazópolis, e cuja suas terras já foram invadidas por grupos de agricultores sem-terras anos atrás e também que estava penhorada por conta de dívidas, foi vendida recentemente por aproximadamente R$ 15 Milhões de reais por um ex-prefeito da cidade de Ivaiporã.

Confira nota publicada pelo repórter Ronaldo Senes da Rádio Nova Era. "A Fazenda Ilha ou “Fazenda João Alemão”, localizada no Bairro Laranja Doce, já nas proximidades da Rodovia PR-272 quase no acesso ao Distrito de Porto Ubá, em Lidianópolis, tem novos proprietários. Trata-se do ex-prefeito de Ivaiporã e empresário Carlos Gil, dono da rede "Comercial Ivaiporã" e de outros inúmeros empreendimentos, e sua irmã Maristela Gil. A pedida inicial pela propriedade era de 28 milhões, mas como o primeiro leilão deu deserto, o preço caiu para R$14.374.000,00 milhões sendo arrematada por R$15.200.000,00 (Quinze milhões e duzentos mil). O leilão judicial da propriedade, que estava penhorada por conta de dívidas, aconteceu no dia 27 de fevereiro, de 2019, no Fórum de Faxinal e para o negócio ser oficialmente formalizado, ainda precisa vencer o prazo de recursos. Além de Carlos Gil, um interessado virtual também mandou lances, mas foi vencido. A fazenda pertencia a Hans Jurgen Boyskov, que era conhecido como “João Alemão”, um pioneiro cuja sua história confunde com a história do município de Borrazópolis. Ele faleceu deixando a herança para sua filha Anita Boyskov. Segundo informações, a fazenda já sofreu, no passado, embargos de execução fiscal, por causa de dívidas e chegou a ser ocupada por um grupo de trabalhadores sem terra, em Janeiro, de 2015, mas na época a proprietária conseguiu a reintegração de posse e negou que a propriedade estava com embargos. A Fazenda tem mais de 425 alqueires, localizada às margens do Rio Ivaí, é considerada uma "paraíso". Para especialistas neste tipo de negócio,a propriedade vale, no mínimo, o dobro do valor em que foi arrematada". Matéria postada no site da Rádio Nova Era.

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