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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Adapar acompanha caso de H1N2 e orienta produtores

A Adapar, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, emitiu uma nota técnica nesta segunda-feira sobre os trabalhos realizados no caso de H1N2 identificado em uma mulher de 22 anos, funcionária de um abatedouro de suínos em Ibiporã, no Norte do Estado. A agência já fez um levantamento nas 34 propriedades que enviaram suínos para o abate no período e não há sinais clínicos nos animais vistoriados até o momento. Do total de propriedades analisadas, 22 ficam no Paraná e 12 em outros Estados. A nota técnica também lista várias recomendações para os produtores: se funcionários apresentarem sintomas, devem ser encaminhados às Unidades de Saúde e no caso de aparecimento de sinais clínicos nos animais o produtor deve notificar as unidades da Adapar. A influenza é uma doença respiratória viral aguda que afeta humanos e animais, como os suínos. Os sintomas e atendimento médico inicial da funcionária ocorreram em 14 de abril. Em 22 de junho, o exame feito pela Fundação Oswaldo Cruz, identificou o vírus influenza A (H1N2)v, uma variação do vírus influenza A H1N2. Desde então, a Secretaria de Estado da Saúde tem feito o acompanhamento dos familiares e pessoas que tiveram contato com a paciente, que já está totalmente recuperada. O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, reforçou que o trabalho de controle e monitoramento está sendo realizado. Não há comprovação da transmissão da doença entre humanos. O diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, explica que o consumo da carne suína é seguro. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, esse é o segundo caso identificado no Paraná. O primeiro ocorreu em 2015, em Castro, na região dos Campos Gerais. A Secretaria realiza a investigação epidemiológica e laboratorial na área para verificação de ocorrência de mais casos envolvendo os vários municípios da região, onde os trabalhadores residem, e a do frigorífico. Os vírus da gripe dos porcos normalmente não infectam seres humanos. No entanto, ocorrem infecções humanas esporádicas. Quando isso acontece, esses vírus são chamados de "vírus variantes", que, na maioria dos casos, não demonstraram a capacidade de se espalhar de maneira fácil e sustentável de pessoa para pessoa. 

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