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SLIDES

quarta-feira, 15 de julho de 2020

TSE suspende biometria nas eleições de 2020

Este ano, as eleições serão sem biometria. Isso porque o TSE, o Tribunal Superior Eleitoral - vai seguir a recomendação apresentada por infectologistas que prestam consultoria sanitária para as eleições municipais, e decidiu que a leitura das digitais será excluída desta vez para evitar filas e aglomerações.

A decisão foi tomada pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso. A intensão do comitê de infectologistas, que prestam consultoria de graça, é estabelecer um protocolo de segurança sanitária, que deverá ser seguido por todas as seções eleitorais do Brasil.


Para decidir excluir a biometria, médicos e técnicos levaram em consideração que a identificação pelas digitais pode aumentar a chance de  contaminação, já que o leitor não pode ser higienizado com frequência. Além disso, esse tipo de identificação demora mais, o que contribui para formar filas e aglomerações.


A decisão deverá ser incluída nas resoluções das Eleições 2020 e levada à aprovação do plenário do TSE assim que terminar o recesso do judiciário. Outra definição é que a cartilha de recomendações sanitárias vai incluir os cuidados que eleitores, mesários, fiscais de partido, policiais e agentes de segurança deverão ter. O documento também terá orientações sobre higienização do espaço físico das seções e como deverá ser a movimentação interna de servidores e colaboradores no TSE e tribunais regionais eleitorais.

A cartilha também vai definir a  movimentação entre populações indígenas, locais de difícil acesso e população carcerária. Até novembro, quando acontecerá as eleições, o comitê se reunirá toda semana para definir as regras da cartilha e os cuidados.

A expectativa é que a pandemia já esteja mais amena, quando os pleitos acontecerem. Ate lá, serão avaliados todos os riscos à saúde pública durante a votação. Com adiamento das votações aprovado pelo Congresso, o primeiro turno será dia 15 de novembro, e o segundo turno dia 29 do mesmo mês.

Por Anna Luísa Praser/ Rádio Agência Nacional

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